Foi lá na beira do Pantanal
Seu corpo tão belo enterrei
Foi lá que eu matei minha amada
Sua voz na lembrança eu guardei:
"Por que, meu querido
Por que, meu amor
Cravaste em mim teu punhal?
Meu peito tão jovem sangrando assim
Por que esse golpe mortal?"
Assassinei quem amava
Num gesto sagrado de amor
O sangue que dela jorrava
A sede da terra acalmou
E lá onde jaz o seu corpo
Cresceu junto com o capim
Seus lindos cabelos negros que eu
Regava como um jardim
A lei dos homens me condenou:
Perpétua será tua prisão
Porque foi eu mesmo quem calou
Com aço aquele coração
E eu preso aqui nessa cela
Deixando minha vida passar
Ainda escuto a voz dela
No vento que vem perguntar:
"Por que, meu querido
Por que, meu amor
Cravaste em mim teu punhal?
Meu peito tão jovem sangrando assim
Por que esse golpe mortal?
Cravaste em mim teu punhal
Por que esse golpe mortal??"
Raul Seixas e Paulo Coelho...
amo essa letra...simplismente perfeita...
pq a fraqueza humana sempre cai sobre os seres que mais amamos???
pq cravamos o punhal mais dolorido em quem juramos amar?
..existem perguntas que nunca acharemos respostas..
assim como existem atos, sem retorno..
o trem nunca volta...seguiremos em frente,esquecendo as perguntas sem respostas...os atos sem remédio..e os trilhos do trem que nunca voltam..
esquecer...mascarar..fingir..uma esquizofrenía dada como sã..
será que isso é ser "normal"?
ainda bem que temos um pouco de lisergía...
e que o caos total nos alucina..
Seu corpo tão belo enterrei
Foi lá que eu matei minha amada
Sua voz na lembrança eu guardei:
"Por que, meu querido
Por que, meu amor
Cravaste em mim teu punhal?
Meu peito tão jovem sangrando assim
Por que esse golpe mortal?"
Assassinei quem amava
Num gesto sagrado de amor
O sangue que dela jorrava
A sede da terra acalmou
E lá onde jaz o seu corpo
Cresceu junto com o capim
Seus lindos cabelos negros que eu
Regava como um jardim
A lei dos homens me condenou:
Perpétua será tua prisão
Porque foi eu mesmo quem calou
Com aço aquele coração
E eu preso aqui nessa cela
Deixando minha vida passar
Ainda escuto a voz dela
No vento que vem perguntar:
"Por que, meu querido
Por que, meu amor
Cravaste em mim teu punhal?
Meu peito tão jovem sangrando assim
Por que esse golpe mortal?
Cravaste em mim teu punhal
Por que esse golpe mortal??"
Raul Seixas e Paulo Coelho...
amo essa letra...simplismente perfeita...
pq a fraqueza humana sempre cai sobre os seres que mais amamos???
pq cravamos o punhal mais dolorido em quem juramos amar?
..existem perguntas que nunca acharemos respostas..
assim como existem atos, sem retorno..
o trem nunca volta...seguiremos em frente,esquecendo as perguntas sem respostas...os atos sem remédio..e os trilhos do trem que nunca voltam..
esquecer...mascarar..fingir..uma esquizofrenía dada como sã..
será que isso é ser "normal"?
ainda bem que temos um pouco de lisergía...
e que o caos total nos alucina..

2 Comments:
Realmnt... tns razão... fraquezas... d fracas...soh tm o nome!!!
T amoOOo...
Se eu precisar eu gritoOo...
Se tu precisarr... tu gritaAaA!!!!
T amOoOO
Mas será que é fraqueza ou ele faz num gesto sagrado de amor?
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